Desde que eu soube da absolvição do Rodrigo Souto no caso do doping e do Santos no caso da pancadaria na Vila, comentei com algumas pessoas que me parecia que o vento começava a trocar de lado…
Fosse em outros tempos, tomaríamos um gancho de 120 dias com a Vila fechada e o Rodrigo Souto seria banido do futebol, tamanha era a zica.
Nunca fui de acreditar muito nesses lances de sorte, azar… Mas ultimamente, acredito até em duendes se eles ajudarem, com seus bracinhos e perninhas, a tirar meu time da lama.
Não assisti ao jogo ontem. Apenas ouvi uns trechos pelo rádio, até que uma desgraçada rádio pirata tomou o sinal e passei a ouvir o Pastor Carlos orando pelas almas perturbadas. Uma delas, aliás, era a minha, já que tive que saber o resultado do jogo pelas bolinhas que pulavam na tela da Globo.
Era pular uma bolinha e meu coração pulava junto… não recomendo para ninguém.
Mas vi alguns momentos pelo VT. E gostei do que vi.
Vi o Kléber Pereira, mais uma vez, botando pra dentro. O bom é que quando sai gol do Santos não precisa nem perguntar “de quem foi”…
Vi que o Kléber Chicletinho não fez falta.
Vi que o Domingos QUASE faz falta na área de novo…
Vi um Eller tocando a bola, passando direito e sem frescura. Saindo jogando.
Vi um Molina voltando à boa forma.
Vi um Souto com vontade, mandando no meio-campo. Saudades…
Eu vi, amigos, eu vi. Vi uma luz no fim do túnel. E vocês não sabem como eu estou me apegando a ela…