Arquivo paraJaneiro, 2007

Ahá! Eu sempre soube!

Aos fascinados por etiquetas coloridas e pastas empilhadas: recebam com carinho essa coluna publicada por Pedro Doria no site no minimo

Bagunça é bom
O livro se chama A perfect mess: the hidden benefits of disorder – how crammed closets, cluttered offices, and on-the-fly planning make the world a better place. Carece de fôlego para ler, mas traduz-se mais ou menos assim: A bagunça perfeita; os benefícios escondidos da desordem – como armários entulhados, escritórios cheios de pilhas e planejamento em cima da hora fazem do mundo um lugar melhor.

Fazem mesmo.

Um trecho da resenha da Economist:

O lobby da arrumação fala dos benefícios da organização mas não de seus custos. Um sistema de organização no qual os papéis importantes ficam próximos do teclado e o resto distribuído em pilhas mais ou menos desconexas não toma muito tempo para gerenciar. Guardar cada papel em uma categoria precisa, com códigos de cor separando pastas e um sistema de referências cruzadas tomará tempo. No fim, provavelmente não economiza o tempo perdido.

A tese dos autores vai além:

Os autores do livro passam pela psicologia, estudos de gerência, biologia e física para mostrar porque um pouco de bagunça faz bem. Principalmente, ela cria mais espaço para coincidência e surpresas. Alexander Fleming descobriu a penicilina porque era notoriamente desorganizado e não limpou o prato de cultura, permitindo que esporos de fungos matassem bactérias. Ele comentou ácido ao visitar o laboratório impecável de um colega: ‘nenhum risco de criar mofo, aqui’.

Que os prezados leitores estejam informados, pois.

uncategorized!

Adorei essa história dos posts aparecerem como “uncategorized”.

Porque esse é um resumo de mim: uncategorized! Não tem essa de categoria: amigo/família/trabalho… É tudo uma coisa só: uncategorized!

 

Isso é a minha cara: esse deve ser o 15º blog que eu abro. Nem lembro direito o endereço dos outros. Mas certamente há alguns filhos meus espalhados pela web.

Sou mutante, no sentido irrestrito da palavra.

Pode até ser que, amanhã, eu abra mais um blog e deixe esse de lado. Mas, por enquanto, vamos ficando por aqui.

Se os posts começarem a tardar, pode escrever: deve ter um outro blog meu nascendo por aí!

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